A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, vítima de uma
grande negligência durante um salto de “Rope Jump” em Limeira, no último fim de
semana, acende um alerta importante sobre negligência para com certas
atividades. A jovem, de apenas 21 anos, foi arremessada de uma ponte sem estar
presa a uma corda, e acabou vindo a óbito depois de cair de uma altura de 40
metros.
O episódio trágico envolvendo Maria Eduarda causa
consternação e comoção, mas precisa servir de alerta para que outras pessoas não
sejam vitimadas. E não, este não é o caso de culpar a vítima e sim os
organizadores, que foram negligentes ao não prenderem corretamente o
equipamento na jovem. Porém, quando falamos sobre a prática de esportes
radicais, que envolvam risco a vida, prezar pela segurança é essencial.
Verificar as condições dos equipamentos que serão utilizados, o estado do local
onde a prática acontece, a forma como os instrutores atuam e todo e qualquer
detalhe, por menor que seja, são atos fundamentais antes de se arriscar.
Afinal, o menor erro pode ser fatal.
Outro ponto importante: fiscalização constante do Poder
Público nos lugares onde estas atividades acontecem. Em muitos casos, não há
autorização para que estes esportes sejam praticados em determinados lugares.
Mas mesmo assim, eles seguem ocorrendo e todos sabem quando, onde e quem os
organiza. Desta forma, cabe ao Poder Público impedir ações clandestinas de
serem realizadas e prezar pela segurança destas atividades, quando autorizadas,
com inspeções contínuas.
Esperamos que casos tão tristes quanto este não voltem a se
repetir.
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