Deputado Estadual Rômulo Fernandes fortalece luta pelo fim da escala 6x1 com ações do Mandato em Movimento nas ruas
O deputado estadual Rômulo Fernandes voltou a defender o fim
da escala 6x1 e destacou que a luta por melhores condições de trabalho precisa
acontecer junto da população, ouvindo quem sente na pele o peso da rotina
exaustiva enfrentada por milhões de brasileiros.
Segundo o parlamentar, o debate sobre a redução da jornada
de trabalho não é sobre “trabalhar menos”, mas sobre garantir que trabalhadores
e trabalhadoras tenham direito ao descanso, à convivência familiar e à própria
saúde física e mental.
“Tem muita gente sobrevivendo no automático. Trabalha seis
dias, descansa um, e mesmo assim continua cansado. Falta tempo pra viver, pra
cuidar da família, pra estudar e até pra cuidar da própria saúde”, afirmou
Rômulo.
O deputado ressaltou que o seu mandato tem construído esse
debate de forma popular, através do “Mandato em Movimento”, com ações nas ruas,
conversas nos bairros e diálogo direto com a população trabalhadora.
“Nosso mandato não fica preso dentro de gabinete. A nossa
militância está nas ruas todos os dias conversando com o povo, entendendo a
realidade de quem pega ônibus lotado, enfrenta jornada pesada e chega em casa
sem energia até pra viver seus próprios momentos”, declarou.
Para Rômulo Fernandes, o crescimento da mobilização pelo fim
da escala 6x1 mostra que os trabalhadores estão cada vez mais conscientes da
importância da organização coletiva e da participação popular.
“Nenhum direito caiu do céu. Toda conquista trabalhista veio
da luta, da pressão popular e da coragem de quem decidiu não aceitar viver só
para trabalhar”, disse.
O parlamentar também destacou a situação das mulheres
trabalhadoras, que muitas vezes acumulam jornadas invisíveis dentro de casa
após o expediente formal.
“A trabalhadora ainda enfrenta uma carga muito maior. Muitas
saem do trabalho e continuam trabalhando em casa, cuidando dos filhos, da
comida, da família. Essa discussão também é sobre justiça social”, completou.
Rômulo finalizou afirmando que a luta por uma jornada mais
humana representa um debate sobre dignidade e futuro.
“O trabalhador não quer luxo. Quer apenas o direito de viver
com dignidade”.




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