O Governo de São Paulo anunciou nesta segunda-feira (30) um
pacote de medidas para ampliar as políticas públicas de combate à violência
contra a mulher. Entre os destaques estão a criação de 69 novas salas de
Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs) nos próximos quatro meses, sendo 60 no
interior e 9 na capital. O pacote também prevê inclusão prioritária de órfãos
de feminicídio no programa SuperAção SP, com acolhimento, apoio financeiro e
suporte às famílias. As ações incluem ainda a criação de um Plano de Metas
Decenal de Enfrentamento à Violência contra a Mulher e a ampliação da rede de
proteção, com atendimento itinerante.
O conjunto de iniciativas anunciado envolve diferentes áreas
do governo e instituições do sistema de Justiça. O foco é ampliar a capacidade
de resposta do Estado, com atuação integrada em segurança pública, proteção
social e autonomia das mulheres. Também foi formalizado termo de cooperação
para o Circuito Integrado de Proteção às Mulheres – SP Por Todas, que é uma
carreta que levará atendimento itinerante aos municípios. Com isso, haverá
serviços como acolhimento psicossocial, assistência jurídica gratuita, registro
de ocorrência e encaminhamento para medidas protetivas e demais providências
judiciais.
O Plano de Metas Decenal de Enfrentamento à Violência
Doméstica tem o objetivo de qualificar e ampliar políticas públicas integradas,
de olho na prevenção, no monitoramento e na melhoria dos fluxos de atendimento
às vítimas. O plano adota uma abordagem intersetorial, envolvendo nove
secretarias estaduais e o sistema de Justiça, com base em dados, evidências e
participação social. A proposta organiza as ações em três níveis de prevenção —
primária, secundária e terciária — para redução da violência e promoção da
autonomia das mulheres.
O Governo de São Paulo ainda reclassificará nove Delegacias
de Defesa da Mulher (DDMs). As unidades de Ferraz de Vasconcelos, Franco da
Rocha, Ribeirão Pires e Valinhos passam a ser de 1ª classe, enquanto
Jaboticabal, Bastos, Monte Aprazível, Jacupiranga e Pereira Barreto passam à
classificação de 2ª classe. A medida permite ampliar equipes, melhorar as
condições de trabalho e aumentar a capacidade de resposta das unidades,
inclusive na solicitação de medidas protetivas.
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