Márcio Rito confirma pré-candidatura a vereador

Por Portal Opinião Pública 30/07/2020 - 15:25 hs
Foto: Divulgação
Márcio Rito confirma pré-candidatura a vereador
Para Márcio Rito, política também é forma de ajudar a população

Presidente do COF filiou-se ao Podemos de Mauá

Márcio Rito confirmou sua pré-candidatura a vereador pelo Podemos. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (27/7).

Márcio tem 53 anos, é mauaense, casado com Odete Rodrigues Rito, pai de três filhos, avô de dois netos e é cristão. Ele fez da filantropia sua missão de vida e se destaca por trabalhar incansavelmente pelo próximo.

Atualmente, ele é presidente do COF - Centro de Orientação da Família, considerada a instituição mais antiga de Mauá por ter sido fundada em 1968. A entidade trabalha com projetos de Educação, Saúde e Esporte.

São diversas ações sociais desenvolvidas por Márcio em Mauá, como o projeto Vida Sim! – de combate ao suicídio nas escolas – e o E.L.A – voltado para mulheres em situação de vulnerabilidade social. Além disso, ele apoia iniciativas como “Heróis usam Máscaras”, “Boxe Para Todos” e a “OSC Próximo”.

Márcio entende que a política também é uma forma de ajudar as pessoas. “A política precisa ser ocupada por pessoas de bem, que desejam ajudar o próximo. Por isso, resolvi aceitar esse desafio”.

O filantropo reiterou que o apoio do Podemos ao Juiz João Veríssimo, pré-candidato a prefeito de Mauá, foi um dos fatores determinantes para sua decisão. “Conheço o João e sei da sua índole. A sua história de vida fala por si só. É um homem íntegro, honesto e que cresceu numa família que sempre ajudou ao próximo”, argumenta.

João comentou a alegria de ter o Márcio em seu projeto. “É bom caminhar com pessoas que desejam o bem de todos. Meus pais sempre me disseram que as pessoas mais felizes são aquelas que têm consciência do valor que é poder servir aos outros e o Márcio faz isso de maneira muito efetiva”, explica o pré-candidato a prefeito.

Márcio deseja realizar o mandato compartilhado. “É uma forma de exercício de cargo eletivo legislativo, em que o vereador tende a se comprometer a dividir o poder com um grupo de cidadãos, pois só assim os eleitores poderão também estar a par e fiscalizar o meu trabalho como representante deles”, explica.